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Ted Sarandos Defende Compra da Warner no Senado e Promete Redução de Custos para o Consumidor

Ted Sarandos

Em Meio a Acusações de “Antitruste Psicodélico”, Líder do Streaming Argumenta que Fusão de US$ 83 Bilhões é Pró-Competitiva; Concorrentes Questionam Comparação com o YouTube

A audiência para selar o destino da Warner Bros. Discovery trouxe à tona uma estratégia clara da Netflix para acalmar os reguladores. Ao afirmar que a fusão trará “mais conteúdo por menos”, Ted Sarandos sugere que a união das bibliotecas permitirá a criação de planos mais acessíveis, eliminando a necessidade de o usuário pagar duas assinaturas separadas. Sarandos ainda minimizou o risco de monopólio ao citar o YouTube como um dos maiores competidores pela atenção do público, embora essa comparação tenha sido duramente criticada pela Paramount, que classificou o argumento como “absurdo”.

Portanto, o dado de que 80% da base da HBO Max já consome Netflix serviu para mostrar que as duas plataformas são complementares e não necessariamente excludentes. A Netflix se posiciona como uma distribuidora verticalizando sua produção ao adquirir um estúdio histórico, prometendo manter a marca HBO e até as exibições tradicionais nos cinemas. Inclusive, a estratégia marca uma guinada histórica para a empresa de Los Gatos, que deixa de focar apenas em produções orgânicas para se tornar a detentora de franquias monumentais de Hollywood. Afinal, se o acordo de US$ 83 bilhões for aprovado, o mercado de streaming passará por sua maior transformação desde a criação da própria Netflix.

Resistência e Escrutínio Regulatório

Ademais, o caminho para o “sim” definitivo dos órgãos reguladores ainda é longo e cheio de obstáculos. Dessa forma, a aliança entre Netflix e Warner enfrenta oposição feroz de cineastas e da concorrência, que temem uma concentração de mercado nociva. A Paramount, inclusive, acusou a Warner de favorecer a proposta da Netflix em detrimento de outras ofertas. Com o processo podendo se arrastar por todo o ano de 2026, a palavra final caberá à FTC e ao Departamento de Justiça dos EUA, que decidirão se essa promessa de “mais por menos” realmente se traduzirá em benefício real para o bolso do espectador.

Mas e você, o que achou dos argumentos do CEO? A compra da Warner pela Netflix realmente vai fazer você economizar no fim do mês ou você acredita que essa unificação vai acabar diminuindo a concorrência e subindo os preços a longo prazo?

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