Genealogia, marretas e fogo: Entenda por que o Usurpador tinha o ‘DNA’ necessário para ser um domador.
Se você acompanha as obras de George R. R. Martin, sabe que o Trono de Ferro não foi conquistado por Robert Baratheon apenas na base da marretada. Houve uma justificativa política e, acima de tudo, genética. Mas surge a dúvida: se existissem dragões adultos durante a Rebelião, o Usurpador teria o “sangue” necessário para domar um?
A resposta curta é: Sim, e ele seria um dos montadores mais temíveis da história. Vamos entender o porquê.
A “Gota” de Sangue que faz a diferença
Muitos fãs esquecem, mas Robert Baratheon não era um estranho para a Casa Targaryen. Ele era neto de Rhaelle Targaryen (filha do Rei Aegon V, o “Egg”). Isso significa que Robert tinha cerca de 25% de sangue valiriano direto.
Para efeito de comparação, muitos dos “Sementes de Dragão” que domaram feras durante a Dança dos Dragões eram bastardos de origem incerta, com linhagens muito mais diluídas que a de Robert. Se um bastardo de vilarejo conseguiu montar um dragão, o herdeiro de Ponta Tempestade certamente teria o “hardware” necessário.
O Sangue de Dragão em dobro
Além da avó Targaryen, a própria fundação da Casa Baratheon é ligada aos dragões. O fundador, Orys Baratheon, era o melhor amigo e (segundo rumores fortíssimos) o irmão bastardo de Aegon, o Conquistador. Robert, portanto, carregava o DNA valiriano por dois caminhos diferentes na história.
O “Software”: Personalidade e Vontade
Nos livros, domar um dragão não é apenas um teste de DNA; é uma batalha de vontades. Um dragão não aceita um mestre hesitante.
• O Exemplo de Quentyn Martell: Quentyn também tinha sangue Targaryen, mas era cauteloso e tentou domar um dragão com medo. O resultado? Virou cinzas.
• O Fator Robert: O Robert jovem era a personificação da “Fúria”. Ele era imponente, destemido e tinha uma força de vontade avassaladora. Dragões respeitam o poder e o domínio. Robert não pediria licença; ele se imporia sobre a fera, algo que o próprio Martin sugere ser essencial para o vínculo.
O Veredito
Robert Baratheon tinha o sangue certo, a proximidade genealógica e o temperamento perfeito para ser um montador de dragões. Se ele tivesse nascido cem anos antes, ou se os ovos de Daenerys tivessem chocado em Porto Real, o “Cervo Coroado” muito provavelmente estaria voando sobre Westeros.
Imagine a cena: em vez de uma marreta no Tridente, Robert mergulhando dos céus montado em uma fera de escamas negras e douradas. A história de Westeros teria sido decidida em uma tarde.
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Robert seria um mestre digno ou o dragão sentiria o cheiro da sua rebeldia e o rejeitaria? Deixe sua opinião nos comentários do Nerd Arretado!
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