Filme da Netflix traz Cillian Murphy de volta para um acerto de contas final com o passado
Após anos de expectativa, a gangue de Birmingham finalmente recebe seu capítulo final com Peaky Blinders: The Immortal Man. O longa-metragem, dirigido por Tom Harper e escrito pelo criador da série Steven Knight, funciona como um tributo à jornada autodestrutiva e fascinante de Thomas Shelby (Cillian Murphy). O filme é como uma “história de fantasmas visualmente estonteante”, onde o misticismo cigano e as consequências da guerra interna de Tommy convergem para um clímax explosivo.
A trama se passa alguns anos após o final da sexta temporada. Tommy, que vivia isolado escrevendo suas memórias, é forçado a retornar a Birmingham quando seu filho Duke (Barry Keoghan) se torna alvo de um novo vilão perigoso: Beckett (Tim Roth), um simpatizante nazista que busca usar a instabilidade da família Shelby para seus próprios fins políticos.
Entre Fantasmas e Legados

O filme brilha ao focar na psicologia torturada de Tommy. Murphy domina cada cena com a gravitas habitual, interpretando um homem que, embora deseje a paz, está eternamente acorrentado aos pecados que cometeu. Personagens clássicos como Ada Thorne (Sophie Rundle) ajudam a ancorar o protagonista na realidade, enquanto novas adições como a personagem de Rebecca Ferguson trazem frescor à narrativa.
Contudo, nem tudo são flores. Para alguns, o formato de filme de duas horas pode parecer “superlotado”, deixando pouco espaço para desenvolver a complexa relação entre pai e filho (Tommy e Duke) com a mesma profundidade que as temporadas de TV permitiam.
Um Tributo Merecido
Certamente, as marcas registradas da série estão todas lá: a moda impecável em câmera lenta, a trilha sonora pulsante e o icônico comando “pela ordem dos Peaky Blinders”. Por consequência, o filme entrega exatamente o que os órfãos da série buscavam: um encerramento digno que não tem medo de ser divisivo em suas escolhas finais.
Enfim, The Immortal Man fecha as cortinas de uma das maiores sagas de gângsteres da história da televisão. Por isso, prepare-se para um adeus emocionante. Por fim, Thomas Shelby pode até tentar ser um homem imortal, mas o filme prova que sua maior força reside, ironicamente, em sua humanidade falha e persistente.
EREDITO: 4 / 5 ESTRELAS (EXCELENTE) ⭐⭐⭐⭐
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